SOBRE ESTA PÁGINA

Os silêncios encontram nas palavras, lugares de abrigo como grutas. Ali são as águas que se demoram fragmentos de tempo em que se ocultam, impossíveis de encontrar.

Emudecem as coisas por dizer pois nestes lugares silentes o mínimo som torna-se uma pesada pedra na pele macia da madrugada.

Espero que neste espaço de escrita, memórias e leituras, sempre as águas encontrem lugares redondos onde repousem  segredos e cansaços.

Bem vindos os que aqui se demorem um tempo que os relógios não medem.

Lília Tavares